O trabalho de força e potência para nadadores deficientes

Inicialmente quando vamos estruturar um planejamento para o trabalho de força e potência para nadadores deficientes temos que pensar na especificidade de movimento do nado, nas características físicas e habilidades motoras do atleta.

E a partir disso traçar o objetivo do Planejamento. No caso específico do atleta Gabriel Geraldo, ele está inserido no Programa Tokyo 2020 e nossa meta é fazer com que ele fortaleça o CORE, melhore a qualidade do salto, consiga nadar com elevação da escápula, pois isto irá proporcionar uma diminuição do arrastro fazendo com que ele nade mais rápido sem gerar esforço.

A criatividade, conhecimento específico, materiais diverficados e adaptação são variáveis fundamentais para a concretização do treinamento.

Os vídeos foram gravados no Centro de Treinamento Paralímpico na Cidade de São Paulo, onde participamos de 2 períodos de Treinamento com a Seleção Brasileira Paralímpica.  Procuramos iniciar os Treinos com um trabalho de alongamento, mobilidade e de ativação muscular.

Entramos em um trabalho de Fortalecimento de CORE, onde buscamos inserir materiais para motivar e diversificar o trabalho. Não podemos esquecer que mesmo sem os membros superiores é fundamental trabalhar a parte superior do corpo. Com isso, os “exercícios clássicos” podem não ter aplicabilidade, sendo necessário fazer adaptações e “criações”. Procurar aplicar exercícios de potência juntamente com a especificidade dos movimentos que ele realiza durante a prova. E mais uma vez é necessário adaptações e “criações”.